segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Minha Primavera.














Com o vento vai,
mas, também trás a poeira
e pra longe ele vai
levar os versos pra ela

Princesa,
dos moinhos sulistas
das brisas das águas
imagem renascentistas
que ressurge como fênix
em obras estrategistas

Em adquirir sonhos
e transformá-los em gracejos
e em noite de primavera
exala cor
se vestindo em beijos

Vermelho,
é o tom da sua cor
que chega a ser ardente
referente ao amor

Que ferve, as vezes esfria
mas nunca é meio termo
sempre foi santo remédio
pra curar qualquer enfermo

Que muitas vezes desespera
não espera a estação
levar a dor pro mar
e curar seu coração

Calor que em nos arde
o frio que corta a carne
banho maria no tempo
afugentando covarde

Mas quem ta na rua sabe
que amor é mesmo assim
não importa chuva ou sol
ele faz um bem, enfim

Mesmo que tenha espinhos
pra chamar nossa atenção
 de como tocar a rosa
sem ferir seu coração

Não me falta inspiração
pra sem medo escrever
que o maior prazer do mundo
é acordar e olhar você

Seremos nos
Julie e Romeu da nova era
eu serei o sol
e você minha primavera.

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