quinta-feira, 3 de outubro de 2013

A Verdade é Verdadeira!













E o verso virou prosa
 e a prosa poesia...

Heresia? Extinta?
Hoje vulgar?

 Sempre faminta!

Cada qual no seu cada um
Pintando o quadro em traços firmes
Hereges...

Sanguinários, frios, calculistas,
Ilusório, verdadeiro e cru,

Mas sempre,
 cada qual no seu cada um.

Como vinho envelhecido
Aromatizado puro,
Nunca encima do muro.

Aponta, desponta, brilha e ofusca.

Face oculta!

Com a ventoinha se faz furacão
Da poeira faz a nevoa
Como as cinzas do vulcão

E o bicho é da seda
Tecendo o fino e forte
Rede desbravante da observação

Sempre atenta, com a janela
Aberta para o mundo
Sem anunciação.

Sendo que
Cada qual no seu cada um
Dando aos fatos

A mais legítima versificação!